Tem notícia que a gente prefere contar pessoalmente. Em agosto, a PremiaOne recebeu um aporte de R$ 5 milhões de um family office ligado ao setor de educação, o primeiro investimento externo da nossa história. A imprensa contou primeiro (PEGN e Exame trouxeram a novidade), e agora queremos contar do nosso jeito: o que esse dinheiro significa, para onde ele vai e, principalmente, o que muda para quem ensina e aprende com a gente.
Por que só agora?
Desde 2021, escolhemos um caminho pouco comum entre startups: crescer reinvestindo o resultado do próprio negócio, em equilíbrio financeiro desde o início. Não foi teimosia, foi método. Queríamos que a tecnologia se provasse em sala de aula de verdade antes de acelerar.
Ela se provou. Nossa plataforma já acompanhou a jornada de mais de 4 milhões de alunos e educadores, processou mais de 93 milhões de conteúdos educacionais e chegou a mais de 400 municípios brasileiros. Entre os alunos da Educação Básica, medimos uma evolução média de 158% no desempenho após três meses de uso, resultado de uma análise com 250 mil estudantes e mais de 80 milhões de questões respondidas. No Ensino Superior, mais de 80% dos alunos acompanhados foram aprovados em disciplinas com histórico alto de reprovação.
Como resume o Paulo Nogueira, nosso cofundador e CTO: com a solução consolidada, “está na hora de escalar”.
Para onde vai o investimento
O aporte tem três destinos claros:
1. Novas aquisições para o ecossistema. Estamos ativamente buscando empresas e tecnologias que complementem o que já oferecemos, que tragam novos produtos, novos mercados ou novas capacidades. Foi assim com a chegada da equipe AulApp, que fortaleceu a nossa jornada corporativa, e é assim que o ecossistema PremiaOne continua crescendo.
2. Mais gente do nosso lado. Vamos reforçar o time, principalmente nas frentes comercial e de tecnologia, para atender mais redes, escolas, universidades e empresas sem abrir mão da proximidade que nossos parceiros conhecem.
3. Evolução da tecnologia. Nossa inteligência artificial não é um chatbot genérico: são 18 modelos proprietários, criados no Brasil, cada um dedicado a um problema específico, identificar a lacuna de aprendizagem de cada aluno, recomendar o reforço certo, prever notas e apontar risco de abandono antes de ele acontecer. O investimento acelera essa evolução.
A meta para os próximos dois anos
Somos diretos quanto à ambição: queremos sair de mais de 4 milhões para mais de 20 milhões de usuários, de 400 para 1.500 municípios, e apoiar mais de 40 mil professores em todo o país. Não por vaidade de número, cada usuário a mais é um aluno que deixa de ser invisível para a escola e um professor que ganha tempo para ensinar.
E o que muda para quem já está com a gente?
No dia a dia, nada e isso é proposital. Escolas, redes, universidades, editoras e parceiros white label seguem com os mesmos produtos, o mesmo time próximo e o mesmo acompanhamento. O que muda é a capacidade: mais investimento em tecnologia, mais gente para apoiar a implantação e um ecossistema que cresce ao redor de quem ensina.
Esse aporte chega junto com um novo momento da marca, novo nome unificado, nova identidade e este novo site que você está visitando. Nas próximas semanas, contaremos essa história por aqui também.